Gestão de viagens corporativas: 3 passos para fazer a análise de riscos

02/07/2020

A gestão de viagens corporativas é um processo fundamental para qualquer empresa e permite uma análise de riscos detalhada. De modo geral, esse fluxo se torna ainda mais importante diante das condições atuais do mercado e as instabilidades promovidas pelo novo Coronavírus. Isso porque, as organizações precisaram reavaliar as políticas internas, de modo a garantir a preservação dos colaboradores.

Por outro lado, uma gestão de viagens corporativas eficiente também é responsável pelo engajamento do time em relação à instituição.  Para se ter uma ideia, de acordo com o relatório Business Traveler Report 2019 da SAP Concur, 31% dos viajantes consideram a segurança como o principal ativo da instituição e 52% estimam esses treinamentos como os mais pertinentes para uma empresa. Nesse cenário, confira 3 passos simples para elaborar a análise de riscos nos deslocamentos da sua empresa.

3 passos para fazer a análise de riscos

A gestão de viagens corporativas não é pautada apenas na definição de destinos, compras de passagens, disponibilização de recursos ou acompanhamento de relatórios. 

Pelo contrário, esse planejamento deve priorizar, acima de qualquer processo, o bem-estar dos funcionários, por isso é preciso avaliar todos os pormenores que podem prejudicar o deslocamento. Para tal, é preciso:

Identificar as situações de ameaça

O primeiro ponto é identificar possíveis situações de riscos, que podem estar relacionadas com a integridade dos colaboradores (como acidentes e doenças), segurança financeira (extravio de bagagens, assaltos e gastos imprevistos) ou ao propósito da viagem (improdutividade ou fins que não fazem parte da intenção da organização). É importante ter em mente que cada destino pode apresentar ameaças diferentes e devem ser consideradas pelos gestores de viagens por meio de pesquisas detalhadas. Desse modo, pode-se levantar as principais possibilidades e elencar um quadro mais claro a respeito do deslocamento.

Veja também: Como se preparar para o futuro das viagens corporativas e a importância do dever de diligência?

Entender qual é a probabilidade de cada quadro de risco se concretizar

Com as informações propostas no tópico anterior, é momento de entender quais as probabilidades de cada quadro se concretizar e as consequências esperadas. Por exemplo, é mais fácil ocorrer um erro com a reserva do hotel do que uma queda de avião, certo? Ou, ainda, atraso do voo do que um assalto, dependendo do destino. Compreender essas possibilidades na gestão de viagens corporativas dá aos líderes materiais suficientes para a próxima etapa.

Definir previamente quais decisões tomar

Por fim, é necessário definir quais ações serão tomadas diante de cada uma das circunstâncias. Essas estratégias, por sua vez, devem ser devidamente repassadas para os colaboradores, alinhando expectativas e as melhores práticas de segurança. Assim, a empresa garante não apenas o constante monitoramento do time em deslocamento, mas também uma resposta rápida em casos de emergências e a mitigação de grandes consequências. 

Leia também: Viagens corporativas: como se preparar para o ‘novo normal’ pós-pandemia

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