Viagens corporativas: como se preparar para o ‘novo normal’ pós-pandemia

22/06/2020

A epidemia do novo Coronavírus trouxe disrupções significativas em todos os setores do mercado, principalmente nas viagens corporativas. Nesse sentido, as empresas precisam adotar novas ações e se adaptar ao chamado “novo normal”.
 

Na prática, os modos de se preparar para os deslocamentos mudaram. As antigas ações já não são mais seguras mediante às instabilidades provocadas pela Covid-19, tanto pelas próprias instituições quanto empreendimentos prestadores desses serviços, como companhias aéreas, locadoras de automóveis ou hotéis.

As consequências do período de quarentena também são sentidas. De acordo com um levantamento da Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas), o primeiro trimestre registrou uma recessão de 18,7% em comparação ao ano anterior.

Nesse cenário, quais são as ações fundamentais que as empresas devem adotar ao se prepararem para o momento pós-pandemia? Além disso, como garantir a segurança dos colaboradores diante das novas tendências do mercado? Para te auxiliar a responder esses questionamentos e alinhar com efetividade as viagens corporativas da sua organização, elaboramos um conteúdo completo.
 

Veja mais: Como se preparar para o futuro das viagens corporativas e a importância do dever de diligência?

Como se preparar para o novo normal das viagens corporativas?

Uma das principais inseguranças dos líderes de deslocamentos é o que esperar do momento após a pandemia. Esse período tem despertado alterações indispensáveis, como a queda de viagens internacionais e aumento exponencial na locação de automóvel. 
 

No entanto, uma ação que ganhou mais espaço no planejamento corporativo é o dever de diligência, conhecido também como duty of care

De modo geral, essa prática visa assegurar a preservação dos colaboradores durante as viagens corporativas e alinhar respostas rápidas para situações de crises. Por isso, o duty of care consiste na base das novas medidas e deve ser considerado em todas as etapas desse planejamento. Os principais aspectos que precisam ser adotados pelos gestores são:

Revisão das políticas internas

Como citado, as antigas políticas já não são suficientes para garantir a segurança dos colaboradores. Por isso, é essencial revisar todas as normas internas e, principalmente, incluir a vivência dos colaboradores para essas alterações.

Alguns parâmetros que devem ser ponderados são:

  • Informações de contatos do time em deslocamento;

  • Atualizações dos perfis de viagens;

  • Revisão dos seguros existentes;

  • Contratação de seguros adicionais necessários;

  • Melhor alinhamento dos dados a respeito dos destinos.

Verificação de contratos de fornecedores

Outro ponto essencial é a verificação dos contratos com fornecedores. Em primeiro lugar, a sua empresa precisa se certificar de que os parceiros cumprem as medidas de segurança básica para preservação da saúde dos viajantes.

Além disso, é necessário realizar revisões também relacionadas aos custos, em busca de melhores condições aliadas à qualidade desejada.

Alinhamento da comunicação com os funcionários

De nada adianta alinhar todas os dados de segurança das viagens corporativas se os colaboradores não estiverem bem informados, certo?

Por isso, estabeleça maneiras de garantir o alinhamento da comunicação com o time, como reuniões, memorandos, guias e outros documentos.

Esses materiais devem conter ações de prevenção, mesmo após a pandemia e flexibilização da quarentena, além de medidas importantes aplicáveis em diferentes situações de crises.

Otimização de processos

Por fim, o “novo normal”, sem dúvidas, será permeado pela transformação digital. Por essa razão, é fundamental que a sua organização invista em otimização de processos e inovação, com o objetivo de aumentar a eficiência das medidas e garantir ações rápidas.

Além disso, a tecnologia permite uma interação mais assertiva com os colaboradores em viagens corporativas, seja para troca de informações ou acompanhamento de resultados. 

Você pode se interessar: Dever de diligência: como o “Duty of Care” impacta a política de viagens corporativas?

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Desse modo, é possível esquematizar cada destino das viagens corporativas e estimar possíveis riscos, acirrar as ações pré-embarque e permitir acompanhamento constantes dos funcionários.

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